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terça-feira, maio 31, 2005

sexta-feira, maio 27, 2005

WK

O artista Nova Iorquino WK não se contenta apenas com as galerias, ele expõe na rua também.

http://www.wkinteract.com/streetart.html

Gamers

"In GAMERS, editor Shanna Compton and twenty-three contributors talk about what gaming means to them and discuss the intersections between video games and visual art, film, fiction, even life itself in two dozen essays that cover an animated mix of topics from the esoteric to the purely entertaining. In the process, they offer not only witty, widescreen views of how video games have become part of the cultural landscape, but also insight into where they may be headed next."

quarta-feira, maio 18, 2005

Busca 2

Achei uma entrevista com Bruno 9li um dos integrantes do coletivo de arte mais ativo do RS, o Upgrade do Macaco de Porto Alegre, ele fala sobre o lançamento da revista Busca número 2.

http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI502666-EI3459,00.html

domingo, maio 08, 2005

A Scanner Darkly

Mais um filme de Richard Linklater utilizando a mesma tecnologia (rotoscopia) empregada em Waking Life (2001) e baseado num romance de Philip K. Dick, pelo trailer parece que a animação não é tão expressiva como em Waking Life, o filme também conta com Keanu Reeves no elenco. Estréia em 21 de outubro. Expectativa.

sábado, abril 30, 2005

Celso Trevino

Celso Trevino é um artista de Nova Iorque, descobri alguns trabalhos dele no flickr, ele também aproveita as ruas da cidade para divulgar a sua arte.

http://www.galleryculture.com/~celso

sábado, abril 16, 2005

O blog da SIB

O blog da SIB - Sociedade dos Ilustradores do Brasil, contém o desenvolvimento dos layouts até a arte-final dos projetos com comentários dos autores.

http://www.siblog.blogger.com.br/

sábado, abril 02, 2005

O que aconteceu com a ilustração?

Muito se discute os rumos que a ilustração tomou nas últimas décadas, quem parece ter dado uma resposta com fundamento foi o Newton Cesar no livro Direção de Arte em Propaganda, ele escreveu o seguinte:
"O desenho sempre foi uma poderosa forma de comunicação. Antes da fotografia, a realidade era retratada com pigmentos de cores e traços de lápis. E mesmo com a fotografia, a ilustração não perdeu lugar. Enfraqueceu muito é verdade, a partir da década de 90. Mas nos anos 60, 70 e 80, assim como a fotografia, as ilustrações eram muito solicitadas para completar um texto. Quando comecei em agência, ainda era assim. A gente fazia layout e muita arte na ponta do pincel. Ilustradores faziam parte da equipe. Com o computador, os espaços reduziram. Os ilustradores saíram das agências e foram para suas casas. Precisando acompanhar a nova tecnologia, alguns encararam o computador como um aliado, uma ferramenta e passaram a fornecer ilustrações digitais. Outros, heróicos, insistiram e insistem até hoje em trabalhar com a arte sem a interferência da máquina. Mesmo com mercado reduzido, os ilustradores sobrevivem. Isso porque ainda há casos em que a melhor opção é a ilustração".

terça-feira, março 29, 2005

Abril Pro Rock 2005 terá Mostra de Street Art

Com o intuito de divulgar a chamada Street Art, exposição traz a representatividade da arte de rua nacional para festival de rock em Recife. Trata-se de mais um projeto de Andréa May que, apoiada pela produção de um dos maiores festivais do país: o Abril Pro Rock, dias 15, 16 e 17 de abril em Recife (Pernambuco), sempre responsável pelo encontro de vários "tribos jovens" atraídas neste ano por nomes como Placebo, Los Hermanos, Mombojó, Arto Lindsay, Gram e outros, já está compilando trabalhos de artistas e coletivos urbanos.

O material a ser exposto nos pavilhões do Centro de Convenções, inclui as técnicas: sticker (adesivo); poster art; stencil e graffiti. A mostra contará com aproximadamente 70 artistas/coletivos que enviarão suas obras de diversas cidades para a artista "colar" em combos artísticos, numa referência à estética utilizada nas ruas.

terça-feira, março 22, 2005

Ilustrasite

A Ilustrasite é uma lista de discussão criada pelo ilustrador Montalvo Machado e conta atualmente com mais de 500 associados, os temas abordados são vários: direito autoral, contratos, orçamentos, técnicas, softwares, orientação aos iniciantes, limitação de uso da imagem e etc. Indico para quem quer se tornar ilustrador profissional e não sabe por onde começar.

http://br.groups.yahoo.com/group/ilustrasite/

domingo, março 13, 2005

Nando Costa

Achei esta entrevista com o designer Nando Costa na Zupi.

"Para o design simplesmente eu cheguei à conclusão de que esta era a minha profissão quando percebi que trabalhando somente como artista, pintando e fazendo esculturas eu provavelmente morreria de fome. Acho que o design gráfico foi não só uma solução para o problema, mas também uma escolha ainda mais feliz do que simplesmente artes. Acho a comunidade de artistas muito fechada, a interatividade que tenho com outros designers tem sempre sido muito importante pro meu desenvolvimento como um profissional."

Entrevista completa.

domingo, março 06, 2005

O Espaço Urbano e a Arte III

Krzysztof Wodiczko (1943), o polaco-canadense elege o poder e o simbolismo dos edifícios e monumentos para sua obra. Usando projetores com lâmpadas de tungstênio, ele tratava suas fachadas como telas sobre as quais projetava imagens que propiciavam um comentário irônico a respeito de seus significados. Estas imagens como a de Jenny Holzer, constituíam exibições temporárias, gestos que ativavam um meio ambiente sem se impor a ele de maneira indevida.

Em nosso país o projeto Sobreposições Urbanas, coordenado por Elaine Tedesco, é uma série de intervenções com projeções de imagens sobre a paisagem urbana de alguns bairros da cidade de Porto Alegre. O espaço público neste projeto funciona como um ateliê aberto onde os observadores acompanham procedimentos do artista que ali trabalha criando relações entre suas proposições e o lugar escolhido.

fonte original

quinta-feira, março 03, 2005

Design Gráfico é...

A operacionalização de elementos visuais para a inserção de mercadorias concretas (produtos, serviços) ou não (idéias, padrões de comportamento, projetos políticos) agregadas a valores hegemônicos ou contra-hegemônicos, mediante o domínio do código simbólico dos públicos aos quais tais mercadorias se destinam - públicos estes cujo alcance se torna tão complexo quanto mais complexa é a massificação desta sociedade na qual eles (estes públicos) se inserem.

Mais uma definição sobre a profissão, e das mais completas feita por Villas-Boas em Identidade e Cultura, livro lançado pela Editora 2AB no ano de 2002.

sábado, fevereiro 12, 2005

Ilustrando em Revista

O Ilustrando em Revista é um evento que será realizado na cidade de São Paulo de 20 de fevereiro a 13 de março no Museu de Arte Brasileira, além de uma exposição que exibe as obras originais dos ilustradores, acontecerá avaliações de portfólios, workshops e também palestras com diretores de arte que discutirão design gráfico e a importância da ilustração. Imperdível para que gosta do tema.

http://www.abril.com.br/ilustrandoemrevista/

terça-feira, fevereiro 08, 2005

O Espaço Urbano e a Arte II

Os "Truísmos" de Jenny Holzer (1950), breves frases com forte impacto, mas de significado ambíguo, eram afixados em postes, colados em cabines telefônicas e impressos em camisetas: "Proteja-me do que eu quero", "Falta de carisma pode ser fatal". À medida que a década de 80 avançava, ela passou para locais de comunicação mais imediata com o público, colocando sua arte em painéis luminosos em Times Square ou Piccadily Circus.

Embora suas obras tenham sido exibidas com grande sucesso em galerias, mais notavelmente no Museu Guggenheim em 1989 e em Veneza, onde ela foi a primeira mulher a representar os Estados Unidos, no ano seguinte, é em locais públicos que elas tiveram o maior impacto.

fonte original

segunda-feira, fevereiro 07, 2005

Como é feita uma ilustração

Jozef Wilkon, ilustrador polonês, descreve desta forma:

"É simples se você sabe algumas poucas coisas. Primeiro, você tem que saber como se parece tudo aquilo que você quer pintar: um homem, um peixe, um pássaro, uma folha ou um animal.

Depois, você precisa saber como se movimenta tudo aquilo que corre, se arrasta ou desliza, nada ou voa. Para muitos, é o fim da estrada.

Alguns continuam e conseguem pintar momentos do dia, a lua como ela brilha, um pássaro como ele canta; conseguem até pintar tristeza e alegria, medo e coragem. Poucos conseguem pintar sono, silêncio, até o cheiro e o gosto da fruta.

Se você sabe todas essas coisas, finalmente você deve saber como fazer o texto e a ilustração complementarem um ao outro afim de que a emoção cresça no livro como numa performance teatral, tudo acontecendo na hora certa e na proporção certa."


domingo, fevereiro 06, 2005

O Espaço Urbano e a Arte I

Daniel Buren (1938) estava particularmente interessado pela questão da apresentação da arte, da sua colocação e das consequências que surgiriam com a escolha de lugares diferentes: um espaço doméstico, comercial ou de galeria, por exemplo, ou uma posição exterior em vez de interior, tal como uma parede ou um quadro de anúncios. Em março de 1970, Buren teve um pôster de listras azuis e brancas incluído no canto superior direito do painel de avisos de arte e entretenimento em mais de 130 estações do metrô de Paris. Os pôsteres forneciam o "pretexto" para um conjunto de fotografias, publicadas como o livro Lenda I, o qual só poderia ser "uma representação parcial do que era (apenas) um fragmento de uma obra em processo".

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domingo, janeiro 23, 2005

Entrevista Flavia Vivacqua

A Flavia Vivacqua é Mestranda em Artes Visuais pela UNICAMP e formada em Licenciatura em Artes Visuais pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Atua também como articuladora e organizadora de diversas mostras de arte e coletivos, como o 48horas, Reverberações, Encontro de Coletivos Chave Mestra, Rede CORO, Grupo Braço e outros.

Aqui nesta entrevista realizada no SESC Vila Mariana em São Paulo no dia 4 de julho de 2004, a artista visual fala sobre o Fiteiro Cultural que foi apropriado pelo projeto Reverberações, evento que aconteceu na Mostra Artística do Fórum Cultural Mundial, ela também discorre sobre a Rede CORO (Coletivos em Rede e Ocupações) e o Grupo C.D.M. (Centro de Desintoxicação Midiática), do qual faço parte.

Sobre o Reverberações.
FV - Então, são várias coisas, a gente pode começar de agora e voltar. O Reverberações surgiu da necessidade de fazer com que a Rede CORO se fortalecesse e na verdade aconteceu de ter esta abertura, essa possibilidade no SESC de trazer artistas de outros estados para cá. A idéia Reverberações talvez venha de uma crença de que... de ações que reverberam, ações que se multiplicam, que chegam a outras pessoas e transformam as outras pessoas ou o entorno aonde essas ações acontecem.

A escolha do C.D.M.
FV - O C.D.M. foi uma escolha, na verdade por estar trabalhando com mídia, por serem três artistas do sul, e não estarem em Porto Alegre e estarem em Pelotas. Dois grupos vieram do sul, o P.O.I.S. que é de Porto Alegre e o C.D.M. que é de Pelotas, possibilitar ter os dois faz diferença sim, tem diferenças.

A Rede CORO e os coletivos.
FV - O CORO em si é a compreensão de que é um momento viável e possível de encontro de artistas, eu acho que o maior foco do CORO é o encontro; o encontro físico, e o encontro de troca de informações e essa rede de colaboração. A Roosevelt é uma possibilidade de ação, mas o CORO existe independentemente da Roosevelt, é que a Roosevelt foi o estopim para a gente também entender que existe a necessidade de ações, ações no espaço público. Que existe esta necessidade e essa vontade, e que ali era um lugar viável de acontecer um encontro com prática real.
Mas independente da Roosevelt acontecer ou não, o CORO em si é essa rede de colaboração que está se espalhando pelo Brasil, ela parte de um rastreamento de coletivos. O coletivo como essas ações e aglutinações de pessoas e agrupamentos e que estão preocupados, e que trabalham olhando para o outro.
O coletivo em si já está trabalhando, ele já tem experiência em trabalhar com o outro, seja no processo de criação, seja com o outro essencialmente na realização do trabalho. Não que o artista sozinho não tenha esse potencial ou não tenha isso no próprio trabalho, pelo contrário, até acredito que existam coletivos de um. São pessoas que estão com essa disponibilidade, e disponibilidade de se agrupar com outros tantos que também estão buscando as mesmas coisas.

O Fiteiro Cultural de Fabiana de Barros.
FV - O Fiteiro Cultural foi uma sorte, é um trabalho da Fabiana de Barros que é uma artista brasileira do norte, hoje ela mora na Suíça, já levou o Fiteiro para vários países. Ela é uma senhora muito descolada, muito ágil e muito ativa, com uma produção muito atual. Ela entrou em contato com o SESC, e na verdade foi um encontro de projetos, o projeto Reverberações que se encontrou com o projeto da Fabiana de Barros que é o Fiteiro Cultural e viabilizou esta troca. O Fiteiro Cultural já parte dessa premissa do outro, de estar no espaço público, de estar se adaptando a esse lugar.

Uma avaliação do Reverberações.
FV - Ainda é cedo para ter uma avaliação com muita clareza. De maneira geral foi positiva, teve troca. Para uma primeira experiência, para uma primeira possibilidade, foi bem legal. Cada um já vai voltar para sua casa com história para contar e fortalecer a rede.
A minha expectativa é que não aconteça só em São Paulo, e o CORO por ser essa rede de colaboração... Hoje a gente tem um banco de dados organizado, um material grande e possível de se fazer um projeto e que cada um na sua cidade se organize para que isso aconteça circulando, e que a gente possa levar essa experiência para outros lugares. Espero que com apoio porque é uma coisa a se aprender cada vez mais. Cada vez mais as instituições e a Prefeitura... Enfim, existe dinheiro para a cultura sim, e ela está de uma maneira geral muito mal aplicada. E acho que é mais um trabalho nosso começar a nos colocar nesse sentido, e de montar projetos que façam sentido, que tenham haver com o que a gente acredita.
Hoje o CORO, tanto o e-grupo como o banco de dados estão completamente abertos para quem quiser, seja um artista independente, seja um coletivo ou não. Se a gente pensar essa rede de colaboração de uma maneira realmente aberta, a diversidade está dentro e aí cabe todo mundo.

Rede CORO - http://www.triplov.com/wiki/index.php?coro
Grupo C.D.M. - www.fotolog.net/grupocdm